sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Wagner defende nova CPMF para financiar a saúde


O governador da Bahia, Jaques Wagner (PT), defendeu hoje (28) a criação de um imposto sobre movimentações financeiras para financiar a saúde pública no País. O petista, porém, propôs que o tributo seja cobrado para operações acima de R$ 3 mil, o que, segundo ele, atingiria cerca de 10% da população brasileira.

"A manutenção da saúde é cara e acho que a melhor forma é ter um imposto seletivo, que seria uma CPMF (Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira) acima de R$ 3 mil, o que deve atingir 10% da população", afirmou, em entrevista coletiva após proferir palestra no Grupo de Líderes Empresariais (Lide), na capital paulista.

De acordo com o governador baiano, sem essa nova receita o orçamento do governo federal fica "apertado" por conta do encarecimento dos custos do setor. "A procura pela saúde tem aumentado, o mercado está aquecido, o que encarece o custo com médicos, por exemplo", explicou. "Estranhei que o Parlamento não queira encarar essa discussão porque depois todo mundo vai ficar reclamando de mais verba para a saúde."

Wagner disse estar tranquilo quanto as contas da Bahia caso a Emenda 29 seja aprovada pelo Senado. Pela regra, Estados devem investir 12% de seu orçamento na saúde e municípios, 15%. "Estou à vontade porque a Bahia investe mais que os 12%, coloca 13,8% na saúde. A regulamentação da Emenda 29 para nós não terá nenhum problema", afirmou.

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Saúde em Movimento: Parceria da Prefeitura foi fundamental realização do Programa em LEM




O prefeito Humberto Santa Cruz recebeu nesta segunda-feira, 26, com coletiva à Imprensa, na UPA, Unidade de Pronto Atendimento, em Luís Eduardo Magalhães, os representantes do Governo do Estado, no Programa Saúde em Movimento, Superintendente de Regulação da Secretaria de Saúde do Estado da Bahia (Sesab), Andrés Allonso e a Diretora de Controle e Avaliação do órgão, Cláudia Almeida. Juntamente com o Prefeito estava a secretária de Saúde, Maira de Andrada.

“A parceria da Prefeitura Municipal de Luís Eduardo foi de suma importância para execução do Programa Saúde em Movimento em Luís Eduardo Magalhães”, disse o superintendente Allonso ao afirmar que o Programa veio preencher um vazio assistencial na região Oeste da Bahia.
A Estratégia Saúde em Movimento amplia sua dimensão e passa a incluir, a partir de outubro deste ano, mais um serviço no Programa, que é o rastreamento do câncer de mama. Essa foi um das novidades apresentadas pela Diretora Cláudia.
Na ocasião, o prefeito Humberto Santa Cruz ressaltou a importância da responsabilidade com a gestão da Saúde. “Estamos investindo 24% do Orçamento nesta área”, assegurou, comentando sobre a organização e qualidade dos trabalhos prestados pelo Saúde em Movimento. “Este é um exemplo de ação que vem integrar cada vez mais nossa Bahia”, completou.
Segurança, presteza e eficiência foram alguns pontos citados pela secretária de Saúde Maira de Andrada ao se referir a ação do Saúde em Movimento em LEM. “O município vive um momento de transformação e essa mudança está refletindo diretamente na vida dos moradores. O Programa representa mais humanização”, explicou.
Números – estão sendo realizados mais de 600 atendimentos diários e até domingo, 25, mais de 600 cirurgias já haviam sido realizadas. São quatro mil consultas, sendo 3 mil para os municípios e mil para alunos do Programa de Alfabetização - TOPA, da Secretaria Estadual de Educação da Bahia.
Participação – representando a Câmara Municipal participou o Vice-Presidente da Casa, Ariston Aragão. Também participou o Vereador Sidnei Giachini, líder do Governo na Câmara, Ondumar Marabá, Janete Alves, secretários municipais, presidentes de associações, imprensa local entre outros.

Fonte: Carlos Magno http://jornalnovafronteira.com.br/index2.php?p=MConteudo&i=4510

Cresce o índice de infestação do mosquito da dengue em Maringá

O Levantamento de Índice Rápido do Aedes (Lira), divulgado nesta segunda-feira (26) pela Secretaria Municipal de Saúde, apontou um aumento de 0,2 ponto percentual no índice de infestação do mosquito transmissor da dengue em Maringá. O índice de 0,3% observado em abril saltou para 0,5% no levantamento realizado entre os dias 19 e 23 de setembro.
Este não é o maior número observado na cidade este ano, mas as autoridades envolvidas no combate ao Aedes aegypti prometem reforçar as ações, já que o aumento das chuvas e do calor favorece a proliferação de focos do mosquito. "O índice indica controle dos focos, mas é preciso manter o trabalho de combate aos focos porque o último levantamento, realizado em abril, apontou média de 0,3% e qualquer descuido pode alterar esses números em poucos dias", alertou o secretário de Saúde, Antônio Carlos Nardi.
Durante a reunião do Comitê Municipal de Mobilização contra a Dengue, Nardi defendeu um trabalho integrado entre os comitês do município e do Estado, especialmente em regiões de alto índice de casos positivos de dengue. "Maringá está há cinco semanas com 165 casos confirmados, o que mostra uma situação tranquila mas é preciso ampliar a vigilância a partir de agora com a volta do calor e a possibilidade de chuvas regulares", lembrou.
Além do índice de infestação do Aedes aegypti, o Lira identificou os tipos de criadouro mais comuns e, novamente, os resíduos sólidos aparecem no topo da lista com 40% dos focos. "Quero deixar claro que não são resíduos encontrados em terrenos ou áreas abertas, mas em quintais", afirmou o secretário. Depois dos resíduos sólidos aparecem barris e tinas com 22,9%; pratos de vasos de plantas com 20%; pneus com 11,4%; depois lajes e calhas com 2,9% e depósitos naturais com 2,9%.
Mapeamento
Maringá registrou índice de 0,5%, mas em algumas regiões da cidade o índice de infestação do mosquito ficou acima do 1% preconizado pela Organização Mundial da Saúde (OMS), como é o caso do Conjunto Ney Braga e bairros próximos classificada como área de médio risco com 1,8%. O bairro, lembrou o secretário, fica ao lado da região que apresentou o maior índice no levantamento anterior. "Por isso sempre batemos em cima da necessidade de um trabalho permanente durante o ano todo, como vem realizando alguns integrantes do Comitê", afirmou Nardi citando o arrastão da UEM na semana passada, as ações de algumas empresas e as escolas que tem trabalhado o combate à dengue nos bairros.
Também classificados como área de médio risco com 1.2% estão os bairros Jardim Alvorada, Alvorada I, Alvorada II, Ebenezer e Sumaré. A região do Champagnat, Paulino, Branca Vieira, Oasis, Pinheiros e Colina Verde apresentou médio risco com 1,1%. A primeira área de baixo risco, com 0,9% é a do Posto Duzentão, Pq. das Grevílias, Pq. Eldorado, Jd. Quebec, Conj. Hermans M. Barros, Pq. das Bandeiras, Jd. Diamante, Jd. Licce, Jd.Cidade Campo.
Os bairros Aeroporto, Vila Nova, Conj. Porto Seguro, Cidade Alta, Pq. Tarumã também são de baixo risco com 0,8%; seguidos do Residencial Lea Leal, Vila Morangueira, Jd. Alvorada III, com 0,4%; Cidade Nova, Cidade Jardim, Jd. Real, Mandacarú, Pq. das Laranjeiras, Jd. Monte Rei, também com 0,4%; Parque Itaipu, Borba Gato, São Clemente, Floriano, com 0,3%; Jd. América, Conj. Parigot de Souza, Res. Karina, Res. Patrícia, Conj. Requião, Jd. Paulista, com 0,2%; e o centro com 0,2%. As demais áreas, de acordo com o levantamento, não apresentaram índices de infestação.
"O índice positivo não significa que podemos cruzar os braços. Para manter essa situação de controle devemos redobrar os cuidados a partir de agora com o início da primavera e a proximidade do verão", pediu. "Nosso pessoal de campo está alerta, e queremos todo Comitê mobilizando a comunidade no combate à dengue", finalizou.

DF confirma caso de meningite C, mas descarta surto

Um caso de meningite tipo C em uma criança de 2 anos, diagnosticada em um hospital de Planaltina (a 40 km de Brasília), foi confirmado nesta segunda-feira pela Secretaria de Saúde do Distrito Federal (DF). Neste ano, o DF registra 115 casos de meningite C, um dos tipos mais graves da doença. As autoridades de saúde informaram que a doença está sob controle na região e que os números de notificações, confirmações e óbitos estão dentro dos padrões.
Dos 115 casos confirmados até agora, 15 são de pacientes que moram no DF e os demais vieram de outras regiões e receberam atendimento nos hospitais locais. A taxa de letalidade da doença no DF é de 20% e a faixa etária mais acometida é a de 1 ano a 4 anos de idade, com morte em 94% dos casos, segundo boletim da Subsecretaria de Vigilância à Saúde.
Em 2010, no mesmo período (até a semana de 24 de setembro), foram registrados 373 notificações e 187 confirmações da doença, com 32 mortes. Desde o começo de setembro, cinco pessoas morreram na Bahia por causa da meningite C, quatro delas eram empregados da rede hoteleira da Costa do Sauípe, no norte do Estado, onde o governo reconheceu um surto da doença.
A meningite é uma inflamação das meninges, membranas que envolvem o cérebro e a medula espinhal. Ela pode ser causada por bactérias, vírus e fungos. A transmissão ocorre por meio do contato direto entre pessoas que convivem em um mesmo ambiente, quando o doente expele gotas e secreções do nariz e garganta. Os sintomas são febre alta repentina, dor de cabeça intensa, vômito, náuseas, rigidez da nuca e manchas vermelhas na pele.
Há vacinas contra alguns tipos de meningite, disponíveis no calendário de imunização das crianças, grupo com maior risco de contrair a doença. Para se prevenir contra a meningite, a recomendação é que as pessoas evitem aglomerações e mantenham os ambientes ventilados, além de procurar um médico assim que surgir os primeiros sintomas.


sábado, 24 de setembro de 2011

Surto de meningite na Costa do Sauípe foi erradicado, diz Secretaria de Saúde

Em comunicado divulgado hoje, 23 de setembro, a Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (SESAB) considerou “erradicado” o surto de meningite na Costa do Sauípe. Há 12 dias, não foi registrado nenhum novo caso da doença em funcionários ou hóspedes. O complexo está operando normalmente, com presença maciça de funcionários e com o nível de ocupação tradicional para esta época do ano.

Na nota, a secretaria enfatiza que o surto esteve restrito a um grupo específico de funcionários que tiveram contato entre si. Esclarece ainda que, como não foi registrado qualquer caso desde o dia 10 de setembro, o período é longo o suficiente para confirmar a interrupção da cadeia de transmissão da doença.

Todos os 1.800 funcionários, diretos e temporários foram inicialmente imunizados com antibióticos e posteriormente vacinados. As doses de vacinas foram compradas diretamente pela empresa e aplicadas com a supervisão da Secretaria de Saúde. O processo deve ser concluído no fim de semana.

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Rio fará mutirão contra a dengue na zona sul


A Secretaria Municipal de Saúde e Defesa Civil (SMSDC) realiza no sábado mais um mutirão contra a dengue em diversos pontos da zona sul, como nos bairros da Urca, Pavão/Pavãozinho e Cantagalo. Ao todo, cerca de 60 pessoas, entre agentes de saúde e voluntários, participarão da atividade, cujo objetivo é eliminar focos do mosquito transmissor e promover atividades de prevenção à doença nos locais.
Os agentes inspecionarão as ruas e imóveis da região, eliminando os depósitos que possam proliferar larvas do mosquito da dengue, como garrafas PET, pneus velhos, etc. A ação, que integra o programa "Ação nos Bairros Contra a Dengue", acontece das 9h às 13h.

Neste ano, a Prefeitura do Rio já realizou 22 mutirões e mais de 70 ações específicas de prevenção, como entrada em locais abandonados. Durante as atividades, foram inspecionados cerca de 90 mil imóveis, com o recolhimento de 344 toneladas de lixo e material inservível. Ao longo deste ano, mais de 2,5 milhões de visitas de inspeção de rotina foram feitas pelos agentes de saúde em imóveis de toda a cidade.

Fonte:Agência Estado

Combate à dengue chega a canteiros de obras



RIO - Os canteiros de obras dos prédios em construção ou em reforma na cidade deverão adotar medidas para evitar o surgimento de focos de dengue. As medidas de prevenção incluem manter a rede de drenagem limpa, para evitar o acúmulo de água parada, e tratar focos potenciais de Aedes aegypti com larvicida. Caso sejam encontrados criadouros do mosquito, as obras poderão até ser embargadas. A determinação consta de um decreto do prefeito Eduardo Paes publicado nesta quinta-feira no Diário Oficial.
- A situação é grave, e podemos ter no ano que vem a pior epidemia da história da cidade. Todos têm responsabilidade de combater os focos. Fechamos uma parceria com a Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), para uma campanha de esclarecimento - disse Paes.

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/rio/mat/2011/09/21/combate-dengue-chega-canteiros-de-obras-925415634.asp#ixzz1Yi9seWhY
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A campanha consistirá na distribuição de folhetos educativos nos canteiros. O secretário municipal de Urbanismo, Sérgio Dias, observa que nas obras podem surgir criadouros de Aedes. E nem sempre a água acumulada é encontrada em recipientes de produtos usados, como latas de tinta, por exemplo.
- Por ano, licenciamos 18 mil novas unidades habitacionais. Se não houver tratamento com larvicida, focos podem aparecer até nas caixa d'água e nas piscinas durante as obras - disse Dias.
Dono do imóvel e responsável pela obra podem ser punidos Além de ter as obras embargadas, os proprietários dos imóveis, os engenheiros e os arquitetos responsáveis pelo projeto podem ser multados. A punição acontecerá caso eles se recusem a permitir o acesso dos agentes da prefeitura, depois de terem sido notificados. O valor da multa dependerá da quantidade de focos que forem encontrados.
O ingresso forçado aos imóveis foi autorizado por Eduardo Paes no início do mês, quando ele declarou a cidade em estado de alerta contra dengue, devido ao risco de epidemia no próximo verão.
- Quando um técnico é contratado para supervisionar uma obra deve cuidar do andamento projeto e da segurança do empreendimento. Evitar focos de dengue é uma forma de proteger quem trabalham nos canteiros e quem circula perto do local - disse o secretário municipal de Urbanismo, Sérgio Dias.

Folhetos devem esclarecer como evitar a doença O decreto prevê que próximo aos locais, onde pode haver acúmulo de água limpa e parada nos canteiros, sejam fixados informativos em local visível. O documento deverá informar a data da última aplicação de larvicida e o nome do responsável pelo canteiro. Boletins informativos também deverão ser afixados no canteiro de obras, explicando como deve ser feita a aplicação de larvicida e como guardar materiais sem acumular água.


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Fonte: Jornal O Globo Luiz Ernesto Magalhães (luiz.magalhaes@oglobo.com.br)