Desde o princípio da gestão de Dilma Rousseff, não há como negar que o Ministério da Saúde tem trabalhado duro para entregar, na ponta, um melhor atendimento à população em inúmeras frentes. No primeiro semestre foi possível, por exemplo, diminuir em 45% os óbitos por dengue e em 32% os casos de malária, em relação ao mesmo período um ano antes.
Também diversos programas foram lançados na área: entre eles, em janeiro, o Saúde Não Tem Preço, que passou a garantir gratuitamente os remédios para hipertensão e diabetes na rede Aqui Tem Farmácia Popular. A adesão ao programa foi tão grande que, em junho, 2,8 milhões de pessoas foram à rede, atendidas em 17 mil farmácias credenciadas.
Em relação a um ano antes, foram 10,5 milhões a mais de pessoas vacinadas contra Influenza. A vacinação com a pólio superou sua meta histórica, beneficiando 99% das crianças brasileiras. E, pela primeira vez, cada um dos mamógrafos do país foi vistoriado.
Gestão aprimorada
A própria gestão da Saúde foi aprimorada. Um novo modelo de compra de insumos permitiu unificar a compra de vários remédios e insumos, resultando, em uma economia de R$ 603 milhões.
A lista de vitórias no front da saúde está repleta de pequenas e grandes batalhas. O importante, no entanto, é que a área mantém a visão de continuidade e o diálogo com a sociedade. Conferências municipais e estaduais estão pavimentando a realização da 14ª. Conferência Nacional de Saúde, em novembro. Seu tema, como não poderia deixar de ser, é a melhoria do acesso e da qualidade do atendimento ao cidadão brasileiro. Esse é um compromisso não apenas dos seis primeiros meses desse governo. Quiçá será alçado à política de Estado por muitas outras gestões.
O médico Luis Eugenio Portela Fernandes de Souza, doutor em saúde pública e professor do Instituto de Saúde Coletiva da Universidade Federal da Bahia, que também é vice-presidente da ABRASCO, ressalta que destaque, ainda, o apoio à participação social no controle do SUS, expresso pela disposição do ministro Alexandre Padilha em assumir a presidência do Conselho Nacional de Saúde, assim como por sua abertura ao diálogo com todos os segmentos atuantes no setor da saúde.
Fonte: Correio do Brasil é escrito pelo Jornalista e comentárista José Dirceu.
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